Neuromancer

Megas cidades decadentes, próteses corporais, inteligência artificial, o poder privado sobre governos, roupas de vinil, biotecnologias, um futuro sintético. Há mais de 30 anos, Gibson previa o futuro com uma sci-fi rápida e criativa, hoje conhecida como precursora do Cyberpunk.

Publicado em 1984, Neuromance é uma história composta por anti-herois. O cowboy Case viciado em dex usa dermatrotos para se conectar ao seu deck e acessar a matrix para quebrar ICE’s. Parece confuso né? Uma dica para ler Neuromance é, antes de tudo, ir no glossário do livro. A história muda rápido e não é organizada em capítulos. Na edição da Editora Aleph, a diagramação ajudou com um espaço maior entre um parágrafo e outro. Outro destaque da edição é a capa feita com uma ilustração de Josan Gonzalez.

 

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É Best porque…

Neuromancer ainda está presente em nossas vidas, e a gente nem se dá conta. O livro foi a grande referência para os irmãos Wachowski criarem a trilogia Matrix (1999). A banda U2 também buscou inspirações no livro ao compor a música The Wanderer, que usou vocais de Jonny Cash. É best porque o livro acaba e você ainda fica pensando por horas sobre ele. O bom é que a história continua com os próximos livros da série: Count Zero e Mona Lisa Overdrive.

 

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