Resenha: O tempo desconjuntado

Sempre procuro fazer uma resenha com bons livros para o blog. O tempo desconjuntado foi um feliz achado de livraria. Phililp K. Dick é muito conhecido por ‘Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?’ que inspirou a saga Blade Runner.

“As mentes superiores, pensou ele, se curvam quando se veem diante deste tipo de criatura. O encontro e o acasalamento dos opostos. Yin Yang. O velho doutor Fausto vê a jovem camponesa varrendo a calçada, e lá se vão seus livros, seus conhecimentos, sua filosofia.
No princípio, refletiu ele, era o verbo.
Ou, no princípio, era o ato. Se você fosse Fausto”

Phililp K. Dick

No livro ‘O tempo desconjuntado’ lançado recentemente pela editora Suma, o autor apresenta Ragle Gumm um ex combatente da guerra que sempre acerta o concurso diário de um jornal local. Mas sua rotina se altera quando, em lugar de objetos começam a aparecer papeis com nomes “vaso de flores” “barraca de refrigerantes” “porta”.

As dúvidas de Reagle começam ser a do leitor e a gente questiona se tudo aquilo é real. A cada página eu me lembrava do filme “Show de Trumam”, lançado em 1998 e estrelado por Jim Carrey.

É best porque:
Rápido e improvável é como posso definir ‘O tempo desconjuntado.’ Um livro de ficção com cheirinho de suspense, uma dose policial e um final difícil de acreditar.

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